BALANÇO APRESENTADO PELO OSB MOSTRA ECONOMIA DE MAIS DE R$ 2 MILHÕES EM PARÁ DE MINAS

Os 19 meses da bem sucedida trajetória do Observatório Social de Pará de Minas serviram de fonte inspiradora na solenidade de implantação da Unidade Administrativa da Rede OSB em Minas Gerais. O evento foi realizado no auditório do Sebrae, em Belo Horizonte, no dia 23 de julho, sendo liderado pelo presidente da Federaminas, Emílio Parolini.

A organização reuniu parceiros de peso, caso da Fiemg, Faemg, ACMinas, Fecomércio, Sistema Ocemg, CDL BH e vários outros. Todos manifestando apoio ao braço mineiro da Rede OSB que deve favorecer o surgimento rápido de vários núcleos municipais.

Foi para mostrar a eficácia do trabalho voluntário voltado para a cidadania que o OSB Pará de Minas teve a oportunidade de apresentar resumidamente a sua trajetória, ao lado das unidades de Sete Lagoas e Uberlândia.

Presente também ao evento o fundador da Rede OSB, Ney Ribas, falou emocionadamente da força do movimento e arriscou dizer que em aproximadamente dois anos Minas Gerais será o estado com maior número de unidades.

Ele também chamou atenção para a importância da preparação dos núcleos, de modo que possam acompanhar com bastante propriedade a vida pública em seus respectivos municípios. É para dar todo o suporte necessário que a Unidade Administrativa de MG está em fase de implantação.

O OSB Pará de Minas foi representado no evento por alguns diretores (foto), além de parte da equipe que presta serviços para a entidade. Ao deixar o auditório do Sebrae, o vice-presidente Carlos Martins Barroca mostrou-se muito satisfeito.

Ele também ficou orgulhoso da maneira com que o Observatório local se apresentou para a plateia. “Fomos muito realistas, mostrando desafios, conquistas e como ainda precisamos caminhar para manter o ritmo de nosso crescimento”.

No balanço geral o OSB Pará de Minas mostrou que, através de suas intervenções junto à Prefeitura e à Câmara Municipal, já economizou mais de R$ 2 milhões nesses últimos meses. “Ganha o poder público e toda a sociedade civil”, concluiu Barroca.

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