
Que a carga tributária no Brasil é uma das mais altas do mundo, todos sabem. Que essa realidade consome boa parte da renda dos contribuintes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, as pessoas também sabem.
Mas o que poucos – muito poucos – se dão conta é o tamanho da arrecadação dos municípios. Para se ter ideia da situação, em 2023 a cidade de São Paulo, sozinha, arrecadou R$834 bilhões em impostos.
Em segundo lugar apareceu o Rio de Janeiro, com R$425 bilhões. Já a arrecadação de Belo Horizonte foi de R$78 bilhões. Enquanto isso, Pará de Minas arrecadou R$ 52 milhões. Lembrando que esses números se referem apenas a um período de 12 meses.
Eles e todos os outros, levantados em cada município brasileiro, mostram a importância do controle social e é aí que o papel do Sistema OSB fica mais forte, uma vez que a entidade tem participação ativa na fiscalização, no monitoramento e no controle das ações da administração pública.
A relevância do Sistema OSB, através de seus núcleos municipais, entre eles o de Pará de Minas, mostra com muita clareza a necessidade do monitoramento por parte dos cidadãos brasileiros. Como o acompanhamento individual é, muitas vezes, difícil, o Observatório Social se especializou no exercício da função, em defesa da coletividade.
Os resultados são cada vez mais expressivos. Com mais de 3 mil voluntários, sem filiação partidária, e com atuação técnica e preventiva de monitoramento dos gastos públicos, o OSB tem disseminado excelentes metodologias de supervisão das contas públicas.
Através de suas ações, a aplicação dos recursos públicos é acompanhada de perto, em favor da coletividade. A cada ano a atuação do OSB se torna mais profissional e continuará sendo assim.